Memória Fraca…
Antonio foi visitar o pai, que fazia 75 anos, e durante a conversa o filho pergunta:
- E então pai, como está aquele seu problema de perda de memória? O senhor tem ido ao médico como eu sugeri?
- Estou melhor meu filho. O médico me receitou um remédio excelente.
- É mesmo pai??? Qual remédio?
- É…. É……. O nome do remédio é…. Poxa…. É….. (suspiro)… Qual é mesmo o nome daquela flor que tem espinhos… muito bonita…. vermelha…. com a qual presenteamos as mulheres???? Qual é mesmo o nome dessa flor meu filho????
- Rosa, pai…
- Isso… Isso….
O velho vira-se na direção da cozinha e grita para a esposa:
- Rosa… Ôooo Rosa… Qual é mesmo o nome do remédio p/ memória que o médico me receitou??
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Devo ter rido disso uns 10 minutos. É que sou bobo e exagerado mesmo…
Abraços a todos
Neo
Ausência…
Depois de uma semana de ausência, volto por aqui pra tirar um pouco da poeira, me sentar no sofá do canto da sala e observar os móveis. Aproveito pra tentar relembrar o que foi dito enquanto tento montar uma grande colcha de retalhos com os recortes espalhados sobre a mesa da sala. Enquanto isso também, vou pensando em alguma coisa pra se dizer quando alguém chegar, mas é bem verdade que as palavras andam fugindo estes dias. Também nem preciso mais falar sobre o tempo. Acabamos todos reféns.
O interessante é que toda tecnologia que inventamos era justamente para ganharmos tempo. Mas… o que fizeram com o tempo que a gente ganhou?
Acabamos sempre mais ocupados e menos interessados em nos ocupar. Acabamos presenteando na tentativa de substituir nossa ausência e nossas falhas. Acabamos dialogando com máquinas e discutindo com pessoas. Acabamos perdendo o tempo que criamos sem ver onde o gastamos e este círculo vicioso acabou ganhou o nome de stress.
Andando lado a lado com o stress tem uma tal de carência. De afeto, de amor, de carinho, de atenção, de toque, de conversa. Mas já não sabemos conversar, porque nos falta paciência com os diálogos.
O interessante de tudo é que carência rima com paciência, que rima com ausência, que rima com consciência, que enfim rima com coerência.
E eu paro por aqui porque nos final das contas, não consegui montar minha colcha de retalhos e provavelmente voltarei a me recolher a minha ausência…
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Neo
A TV e a Volatilidade da Globalização
Começou mais ou menos assim:
O Brasil era um pais “rural”. Rural? É, isso aí mesmo. Rural.
Então todo mundo tinha um radinho de pilha em casa. A família toda se reunia em volta daquela caixa, mais ou menos do tamanho de uma bateria de caminhão e aquilo era um espetáculo. Nas Copas do Mundo do início do século o rádio era o único meio de saber o que a Seleção Canarinho andava aprontando pelas paragens européias e etc. De repente inventaram um tal de televisor. Aquilo era mágico. Era incrível como as pessoas podiam ver as coisas dentro daquela “caixa”. As pessoas viam somente umas manchas brancas com uns vultos em movimento. Mas era uma revolução.
Alguns anos se passsaram e o televisor virou televisão, que mais tarde (no futuro) se tornaria apenas TV. Até porque, no futuro o pessoal vai gostar muito de sigla, pra economizar palavra e falar mais rápido. O melhor de tudo é que agora a televisão já era colorida e você não precisava mais ficar imaginando qual seria a cor do paletó do apresentador do Jornal Nacional (é, nesta época já existia o JN). Afinal, isso já era início da década de 70 do super-ultra-mega tecnológico século 20.
O controle de mudança de canal da TV parecia mais um acendedor de fogão, os controles de volume eram deslizantes. Depois os controles de canal eram uns botões e o volume é que parecia um acendedor de fogão. Como era muito incômodo ficar levantando do sofá pra trocar canal e aumentar ou diminuir o volume foi criado o controle remoto. Agora sim, a revolução chegou. Podíamos assistir televisão a cores e podíamos controlar tudo do sofá mesmo. Ainda perguntam porque estamos nos tornando um país obeso. Ops, voltando ao assunto.
Precisávamos melhorar as condições, criar possibilidades maiores, setorizar o consumo, e obviamente, vender mais televisores, certo? Então nossos japoneses de plantão resolveram criar televisões cada vez melhores, que eram injetadas no mercado com slogans do tipo: “Tem coisas que só a Philco faz pra você!” ou então “Nossos japoneses são melhores que os japoneses dos outros”. Até formiguinhas eram usadas como ‘garotas propaganda’. Junto com a novidade, a televisão passou a ser chamadas de TV. Já estamos no futuro.
Então nossos japoneses criaram TVs de vários tamanhos. A menor tinha 5 polegadas e vinha acoplada a um rádio – veja a ironia. Os tamanhos variavam de acordo com o gosto e o bolso do cliente, claro. Afinal, com tantas novelas para assistir, precisávamos de televisores maiores. Mas, falando em rádio, ele também se modernizou e começou a trazer consigo o toca-fitas e, posteriormente, o CD e agora também podia ser conectato à tomada para economizar pilhas, claro. Afinal, a principal concorrente, dona TV, já tinha controle remoto. Então o rádio precisava de uma tomada, oras. Logo logo o rádio também consegue para si o controle remoto.
Voltando à TV, nossos japoneses viram que podiam melhorar ainda mais a coisa, então apresentaram a TV de tela plana. Que maravilha! Agora sim, somos globalizados e a TV de tela plana é a última sensação do mercado. A menor é a de 21 polegadas… e vai até onde a imaginação alcançar. Opa, calma. Nem tanto. Uma nova revolução está no ar. TV Tela plana.
Mas…
Nossos japoneses não são bobos. Viram que a TV Tela Plana ocupava espaço demais, já que eles tiveram que arrumar um lugar pra colocar o tubo de imagem gigantesco dentro daquela caixa que ficava cada vez maior (e mais pesado). Adeus coluna. Então inventaram a TV de Plasma e no mesmo pacote a tela LCD, ou cristal líquido, como queiram.
Mas nova tecnologia era caríssima, além de não se adequar muito bem ao sinal analógico das redes de TV brasileiras. Mas, agora já estamos no futuro, totalmente globalizados e as tendências mudam do dia para a noite. Estamos conectados com fios ou sem fios, no escritório ou na rua. Tudo gira muito rápido e precisamos de tecnologias melhores a cada dia. A LCD acabou ganhando o lugar da Plasma, já que também se adaptava aos displays de celulares, máquinas fotográficas digitais, MP4, 5, 6, 500, etc. Imagens digitais com definição maravilhosa ficaram apenas na promessa, pois por muitas vezes nossa LCD mostrava apenas borrões na tela. Tudo que a gente queria. Então estava definida nossa grande evolução?
Não. Não estava.
Nossos japoneses não cansam de trabalhar e logo deram jeito de aplicar umas inovações ao LCD. Descobriram que os primeiros LCDs eram grandes, espaçosos, largos demais, daí resolveram que era hora de criar umas telas mais finas, slim, ultra slim, e daí por diante. Definiram também que era hora de gente interagir com a tela apenas tocando nela, daí veio o touch-screen ultra slim. Não encosta muito forte que o negócio pode quebrar, de tão fino.
Nova revolução. Nossa TV, que tinha transmissão analógica, torna-se agora digital. Agora são inúmeras possibilidades, imagem High Definition que exige que os nossos LCDs estejam à altura da novidade. Até a TV por assinatura fica te torrando a paciência pra você assinar aquele pacote HD. Então nossos japoneses, que já esperavam que isso acontecesse, lançam as novíssimas Telas de LCD Full HD.
Ferrou!!
Você tinha acabado de comprar uma LCD na Casas Bahia em 24 prestações e os ‘fidumaégua’ dos japa armam esta pra você. A sua LCD não é Full HD. Isso sem contar que aquele maldito lançamento, além de Full HD, vem com HDMI, CPI, FMI, INSS, PMDB, PSDB, PT, PC do B e PRONA. Pense numa TV avançada. E agora que você está invariavelmente fora do padrão mercadológico, vai ter que se virar com esta porcaria de 42 polegadas ultra slim finíssima que pesa 890 gramas, tem alta definição (mesmo sem ser Full HD), controle remoto universal e garantia de 5 anos. Como você comprou na Casas Bahia naquele pacotão do fim de semana, você levou de brinde um rádio AM e FM com toca-fitas e CD, com controle remoto.
Pelo menos agora você pode ouvir rádio…
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Neo
A Psicologia do Penalty Perfeito
Falamos recentemente sobre a ciência do penalty perfeito e hoje voltamos a tocar no assunto mudando o foco para o lado psicológico da coisa.
A pesquisa anterior concluía que a fórmula do penalty perfeito é mandar a bola sempre no meio do gol. Agora foram psicólogos da Noruega que resolveram analisar não o lugar, mas o momento ideal de chutar a bola. Observaram pênaltis batidos por 296 jogadores em 366 jogos da Copa do Mundo, dos campeonatos europeus e o da UEFA e cronometraram quanto tempo depois do apito do juíz os jogadores davam cada chute na bola.
Descobriram que os apressadinhos erram mais. Quando o jogador bate o pênalti instantaneamente, menos de 5 frações de segundo depois do apito do juiz, o índice de acertos é baixo: 57%. Mas os que levavam mais de 1 segundo depois do sinal para chutar a bola, acertaram a rede mais de 80% das vezes.
Os pesquisadores da Escola de Ciência Esportiva de Oslo explicam: a culpa é do transtorno de auto-regulação. Um distúrbio emocional causado pela pressão do momento. Ou seja: o cara fica nervoso para “acabar logo com isso” e, na pressa, acaba chutando a bola de qualquer jeito.
Pois é, além de comer cru, os apressadinhos também não fazem muitos gols.
Veja abaixo um modelo do penalty perfeito, segundo a psicologia.
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Fonte: Superblog
Leia a matéria completa e veja outros vídeos clicando aqui.
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Quem Tem Medo da Música Clássica?
“Adagio for Strings, op. 11″ é a peça mais famosa do compositor americano Samuel Barber, talvez por fazer parte da trilha sonora do filme Platoon, lançado em 1986 com enorme sucesso nos cinemas. Neste vídeo a peça é tocada pela Orquestra da BBC e conduzida pelo maestro Leonard Slatkin no Albert Hall em Londres no dia 15/09/2001, pouco depois do ataque terrorista que destruiu as Torres Gêmeas, nos EUA.
O Adagio é um andamento musical lento, o que pode dar uma característica melancólica e triste à música, mas geram melodias de uma riqueza ímpar. Esta emocionante peça foi tocada nos funerais de Franklin Roosevelt e do Príncipe Rainier de Mônaco…
Arrepiante!
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Eu já conhecia e gostava desta peça, mas a dica e informações são do blog Micaman’s Thoughts.
Coisas que Vejo
Esta coisa de estar indo para o trabalho de ônibus me faz ver cada coisa. A mais interessante delas foi presenciar um encontro entre duas amigas em uma das avenidas mais movimentadas aqui da minha cidade.
Cada uma das moças estava em um lado da pista e resolveram se encontrar ao mesmo tempo e trocar aquele abraço carinhoso que um reencontro merece. Então elas vieram para o meio da avenida em pleno movimento das 10 da manhã. Cada uma veio do seu lado da calçada para o meio da avenida, até que perceberam onde estavam e cada uma voltou correndo para o seu lado da pista. Enquanto se ajeitavam na calçada, cada uma ria mais que a outra pela mancada que acabavam de dar.
Eu, de dentro do ônibus apenas assistia a cena sem acreditar no que tinha acabado de ver. Contando, pode não ter lógica nenhuma. Mas que a cena foi engraçada, ah foi…
É cada coisa que vejo…
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Neo
Música de Quinta
Voltamos nesta quinta feira com um clipe da turnê Phill Collins Farewell Tour.
Este trecho do show deve ter sido maravilhoso pra quem estava lá. Tem um delicioso início com duas baterias e percussão na introdução da música Take me Home.
Espero que curtam, como eu. Abraços!!
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Meme Rock…
Poxa vida!! Quanto tempo se passou.
Amigo Búfalo, do “Não ser ou Ser, é claro que não me esqueci do meme que você me enviou, e agora (com grande atraso) publico as minhas respostas e indicações. E aproveito pra te agradecer pelo carinho da lembrança. Acho que minhas respostas serão uma decepção, em termos de rock… hehe. Grande abraço.
Falando como amante da música e também como músico, eu aprecio a música de maneira geral, mas confesso que não me aprofundei tanto assim no rock. Curto apenas uma banda ou outra que porventura despertem meu interesse. Por isso, perdoem se não tiver respostas para todas as perguntas do meme.

Então, segue:
Top of My Chart: Dream Theater (excelente banda de rock progressivo. To achando que o Dream vai levar todas.. hehe)
Best of the Best: Dream Theater
Made In Brazil: Legião (nem tanto pela sonoridade, mas pelas letras)
A Rock Girl: Gosto da musicalidade da Pitty (apesar de este ser o nome da banda e não da garota)
A Rocker Boy: Ozzy Ousborne, talvez. As músicas são intrigantes. Gosto da musicalidade de “No more tears”.
My First Album: Images and Words, Dream
Five Rock Legends: acho que Elvis Presley e Beatles, por terem sido precursores do rock. Mas minha lista não tem cinco.
Who Brought Rock to My Life: Um amigo da época de adolescência, que era guitarrista e ouvia Pearl Jam, entre outros.
An Unknown Rock Band: No responses.
Eu fui: Em um show do Oficina G3, banda gospel de Sampa. Vale? (foi o bicho…)
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Enfim, indico:
- MPBits
- dogMas
- Interjeições deslocadas e vãs
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Até o próximo destes…
A Ciência do Penalty Perfeito
O que é um pênalti bem batido?
O senso comum futebolístico diz que o ideal é chutar a bola nos cantos do gol, rente à trave e fora do alcance do goleiro. Mas uma pesquisa descobriu que não é bem assim. Após analisar 286 cobranças de pênalti feitas em campeonatos internacionais, psicólogos israelenses chegaram a uma conclusão incrível: na verdade, o melhor é chutar a bola no meio, pois em 93,7% das vezes o goleiro pula para os lados. Isso acontece porque ele é influenciado pelo que os cientistas chamam de “tendência à ação”: prefere tomar a iniciativa e pular, porque a cobrança e os xingamentos da torcida por tomar um gol sem ter saído do lugar serão maiores do que se ele tiver se esticado todo – mesmo que para o lado errado.
Mas a tática não é infalível. Se todos os cobradores de pênaltis mandassem a bola sempre no meio, os goleiros acabariam percebendo o truque. Não dá para chutar sempre no meio ou no lado direito (que é o melhor dos cantos, com 20% mais chance de gol que o esquerdo). É preciso ter categoria para chutar bem e marcar mesmo se o goleiro adivinhar o canto.
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Fonte: Superblog
Veja matéria completa clicando aqui.
Falando Sobre…
… a vida.
Pois é amigos e leitores de Todos os Sentidos. O Neo aqui continua na mesma briga de sempre. Fazendo considerações sobre o tempo. Por outras vezes brigando com o tempo e consigo mesmo. A atualização do TOS tem exigido um grande esforço, mas permanece sendo um grande prazer. Sinto falta apenas de poder visitar os amigos, como antes, pois já não consigo fazer isso como eu gostaria.
Percebi nestes dias que tenho me mantido impessoal por este ano e pouco de existência do TOS. Foi uma escolha inicial, em busca de ‘não misturar as coisas’ e de liberdade pra expressar as coisas sem medo dos fantasmas. Algumas coisas muito legais têm acontecido e pretendo compartilhar aqui com todos que me lêem, para que possam me acompanhar também nestes novos acontecimentos, torcer por mim e vibrar comigo. De repente, eu consigo nestes tempos, falar mais de quem é o Neo e talvez ficar ainda mais próximo de quem lê o TOS.
O Neo é brasiliense de nascença e de coração, tem 32 anos, bancário, casado e tem uma filha linda que hoje é a estrela que faltava no seu céu. O Neo gosta de coisas simples, como milho cozido, água geladinha, café com pão de queijo, bate papo e amizades. Sempre. Muitas. Também é apaixonado por música, por isso toca violão e se atreve a ser produtor musical nas horas vagas. Aprecia filmes, seriados inteligentes, Fórmula 1, Futebol e tantas outras coisas que não daria pra escrever aqui. Além do quê, seria chover no molhado.
A paixão por escrever gerou o blog Todos os Sentidos, que hoje tem 1 ano e quase 3 meses e que já mudou de cara tantas vezes. Mas esta é a intenção de viver todos os sentidos. Podemos nos virar em todas as direções e falar de tudo que vier à idéia e torcer para que isso dê muito certo.
Esta paixão pela escrita tem crescido e gerado novas perspectivas muito interessantes e acontecimentos muito bacanas. O maior destes acontecimentos aconteceu recentemente.
Mas isso eu vou compartilhar com vocês num próximo post. Aguardem…
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Neo





Disseram...