Surpresa? Nem tanto!
Tudo que não precisava acontecer, aconteceu.
Explico.
Meu PC anda com um comportamento um tanto estranho nos últimos tempos. Esta rebeldia gerou fontes e modens queimados, placa de rede que deu conflito com a placa-mãe e apagões no monitor. Eis que diante de tantos sinais, resolvo fazer um backup do sistema para levar o dito cujo para o “pronto socorro”, quando no meio do backup o infeliz simplesmente apaga.
Com este apagão definitivo, foram muitos… quase todos, os meus arquivos importantes. Contos, textos pessoais, imagens do blog, planilhas, pesquisas e estudos, arquivos pessoais importantes, templates, etc, etc, etc.
Depois do prejuízo instaurado, o leite derramado e o chororô encerrado, formatei o fidumaégua do computador e agora estou de volta para dar a triste notícia. E a encheção de saco pra instalar tudo de novo? Configurar programa por programa…
Lindo!!
Bem, como eu sou novo, não tenho nem 60 anos ainda, acho que dá tempo para me conscientizar de que é preciso manter backup de tudo que for relevante nesta vida e que seres modernos como nós, guardamos nos PCs e notebooks espalhados por este mundão de meu Deus.
Dito isso, despeço-me aguardando tempos melhores, computadores melhores, e vergonha na cara para manter backup de tudo que for importante daqui pra frente.
Ah!!!
Façam backup!!
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Sem mais,
para o momento…
Neo
Noite
Nunca mais se condene por tentar amanhecer
Não se perca de novo na noite
Porque sua alma brilha com mais força que um milhão de sóis
E em minha eterna escuridão o céu tem nome: seu nome
O que eu não faria para contemplar-te
Ainda que fosse um breve instante…
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Siempre es de noche by Alejandro Sanz (trechos – tradução livre)
Frase (funkeira) do Dia
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ÓTIMO!!!
Com devidos créditos ao site MDIG
Lanterna..
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar…
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Neo cita “Paralamas”
Tanto…
Tanto tempo… nenhuma palavra…
O pulso que insiste em pulsar desiste de bombear a vida. Parece que o sangue congelou nas veias. Parece que o medo impregnou o ar e congelou o olhar que mantém o brilho apenas como um sinal de sobrevivência. É preciso fazer algo, reagir, gritar, escrever ou simplesmente continuar pulsando. É preciso continuar mentindo pra vida, inventando desculpas pra que ela continue sem fazer perguntas e pra que todo mundo se ajeite no seu espaço sem procurar respostas.
Pra que perguntar? Responder? Atender o telefone? Pra que inventar mais uma história? Pra que ouvir? Pra se encaixar no sistema, dizer que fazemos parte de algo? Algo o que? Nem percebo o tom da minha voz. Você percebe o tom da minha voz? Ah! Palavras. É como dizer que a saudade não tem remédio e que sobrenome da maioria é “Tédio”, com um T bem grande. Palavras são erros, e os erros são seus. Nem quero lembrar que eu erro também.
Mas não… não vá agora. Quero honras e promessas, lembranças e histórias. Somos pássaro novo longe do ninho…
Eu sei…
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By Neo
Citações: Legião Urbana, by Renato Russo.
O Pulso…
… ainda
pulsa…
Na pressa dos segundos
Na cadência dos minutos
Na espera das horas
No sinal de trânsito que se movimenta
No trânsito que pára
Na pressa dos atrasados
Na ansiedade dos enamorados
Na calma dos conformados
Na nascente das águas
Na folha que cai
No sino que soa
Na buzina que ecoa
Na música que se entoa
Na lágrima que cala
No olhar que fala
Na boca que espera
No coração que se espalha
E não se ajunta mais
Ainda pulsa
No corpo que anseia
O encontro de dois infinitos
Figurados em um coração
Que ainda pulsa…
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Neo
Memória Fraca…
Antonio foi visitar o pai, que fazia 75 anos, e durante a conversa o filho pergunta:
- E então pai, como está aquele seu problema de perda de memória? O senhor tem ido ao médico como eu sugeri?
- Estou melhor meu filho. O médico me receitou um remédio excelente.
- É mesmo pai??? Qual remédio?
- É…. É……. O nome do remédio é…. Poxa…. É….. (suspiro)… Qual é mesmo o nome daquela flor que tem espinhos… muito bonita…. vermelha…. com a qual presenteamos as mulheres???? Qual é mesmo o nome dessa flor meu filho????
- Rosa, pai…
- Isso… Isso….
O velho vira-se na direção da cozinha e grita para a esposa:
- Rosa… Ôooo Rosa… Qual é mesmo o nome do remédio p/ memória que o médico me receitou??
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Devo ter rido disso uns 10 minutos. É que sou bobo e exagerado mesmo…
Abraços a todos
Neo
Ausência…
Depois de uma semana de ausência, volto por aqui pra tirar um pouco da poeira, me sentar no sofá do canto da sala e observar os móveis. Aproveito pra tentar relembrar o que foi dito enquanto tento montar uma grande colcha de retalhos com os recortes espalhados sobre a mesa da sala. Enquanto isso também, vou pensando em alguma coisa pra se dizer quando alguém chegar, mas é bem verdade que as palavras andam fugindo estes dias. Também nem preciso mais falar sobre o tempo. Acabamos todos reféns.
O interessante é que toda tecnologia que inventamos era justamente para ganharmos tempo. Mas… o que fizeram com o tempo que a gente ganhou?
Acabamos sempre mais ocupados e menos interessados em nos ocupar. Acabamos presenteando na tentativa de substituir nossa ausência e nossas falhas. Acabamos dialogando com máquinas e discutindo com pessoas. Acabamos perdendo o tempo que criamos sem ver onde o gastamos e este círculo vicioso acabou ganhou o nome de stress.
Andando lado a lado com o stress tem uma tal de carência. De afeto, de amor, de carinho, de atenção, de toque, de conversa. Mas já não sabemos conversar, porque nos falta paciência com os diálogos.
O interessante de tudo é que carência rima com paciência, que rima com ausência, que rima com consciência, que enfim rima com coerência.
E eu paro por aqui porque nos final das contas, não consegui montar minha colcha de retalhos e provavelmente voltarei a me recolher a minha ausência…
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Neo
A TV e a Volatilidade da Globalização
Começou mais ou menos assim:
O Brasil era um pais “rural”. Rural? É, isso aí mesmo. Rural.
Então todo mundo tinha um radinho de pilha em casa. A família toda se reunia em volta daquela caixa, mais ou menos do tamanho de uma bateria de caminhão e aquilo era um espetáculo. Nas Copas do Mundo do início do século o rádio era o único meio de saber o que a Seleção Canarinho andava aprontando pelas paragens européias e etc. De repente inventaram um tal de televisor. Aquilo era mágico. Era incrível como as pessoas podiam ver as coisas dentro daquela “caixa”. As pessoas viam somente umas manchas brancas com uns vultos em movimento. Mas era uma revolução.
Alguns anos se passsaram e o televisor virou televisão, que mais tarde (no futuro) se tornaria apenas TV. Até porque, no futuro o pessoal vai gostar muito de sigla, pra economizar palavra e falar mais rápido. O melhor de tudo é que agora a televisão já era colorida e você não precisava mais ficar imaginando qual seria a cor do paletó do apresentador do Jornal Nacional (é, nesta época já existia o JN). Afinal, isso já era início da década de 70 do super-ultra-mega tecnológico século 20.
O controle de mudança de canal da TV parecia mais um acendedor de fogão, os controles de volume eram deslizantes. Depois os controles de canal eram uns botões e o volume é que parecia um acendedor de fogão. Como era muito incômodo ficar levantando do sofá pra trocar canal e aumentar ou diminuir o volume foi criado o controle remoto. Agora sim, a revolução chegou. Podíamos assistir televisão a cores e podíamos controlar tudo do sofá mesmo. Ainda perguntam porque estamos nos tornando um país obeso. Ops, voltando ao assunto.
Precisávamos melhorar as condições, criar possibilidades maiores, setorizar o consumo, e obviamente, vender mais televisores, certo? Então nossos japoneses de plantão resolveram criar televisões cada vez melhores, que eram injetadas no mercado com slogans do tipo: “Tem coisas que só a Philco faz pra você!” ou então “Nossos japoneses são melhores que os japoneses dos outros”. Até formiguinhas eram usadas como ‘garotas propaganda’. Junto com a novidade, a televisão passou a ser chamadas de TV. Já estamos no futuro.
Então nossos japoneses criaram TVs de vários tamanhos. A menor tinha 5 polegadas e vinha acoplada a um rádio – veja a ironia. Os tamanhos variavam de acordo com o gosto e o bolso do cliente, claro. Afinal, com tantas novelas para assistir, precisávamos de televisores maiores. Mas, falando em rádio, ele também se modernizou e começou a trazer consigo o toca-fitas e, posteriormente, o CD e agora também podia ser conectato à tomada para economizar pilhas, claro. Afinal, a principal concorrente, dona TV, já tinha controle remoto. Então o rádio precisava de uma tomada, oras. Logo logo o rádio também consegue para si o controle remoto.
Voltando à TV, nossos japoneses viram que podiam melhorar ainda mais a coisa, então apresentaram a TV de tela plana. Que maravilha! Agora sim, somos globalizados e a TV de tela plana é a última sensação do mercado. A menor é a de 21 polegadas… e vai até onde a imaginação alcançar. Opa, calma. Nem tanto. Uma nova revolução está no ar. TV Tela plana.
Mas…
Nossos japoneses não são bobos. Viram que a TV Tela Plana ocupava espaço demais, já que eles tiveram que arrumar um lugar pra colocar o tubo de imagem gigantesco dentro daquela caixa que ficava cada vez maior (e mais pesado). Adeus coluna. Então inventaram a TV de Plasma e no mesmo pacote a tela LCD, ou cristal líquido, como queiram.
Mas nova tecnologia era caríssima, além de não se adequar muito bem ao sinal analógico das redes de TV brasileiras. Mas, agora já estamos no futuro, totalmente globalizados e as tendências mudam do dia para a noite. Estamos conectados com fios ou sem fios, no escritório ou na rua. Tudo gira muito rápido e precisamos de tecnologias melhores a cada dia. A LCD acabou ganhando o lugar da Plasma, já que também se adaptava aos displays de celulares, máquinas fotográficas digitais, MP4, 5, 6, 500, etc. Imagens digitais com definição maravilhosa ficaram apenas na promessa, pois por muitas vezes nossa LCD mostrava apenas borrões na tela. Tudo que a gente queria. Então estava definida nossa grande evolução?
Não. Não estava.
Nossos japoneses não cansam de trabalhar e logo deram jeito de aplicar umas inovações ao LCD. Descobriram que os primeiros LCDs eram grandes, espaçosos, largos demais, daí resolveram que era hora de criar umas telas mais finas, slim, ultra slim, e daí por diante. Definiram também que era hora de gente interagir com a tela apenas tocando nela, daí veio o touch-screen ultra slim. Não encosta muito forte que o negócio pode quebrar, de tão fino.
Nova revolução. Nossa TV, que tinha transmissão analógica, torna-se agora digital. Agora são inúmeras possibilidades, imagem High Definition que exige que os nossos LCDs estejam à altura da novidade. Até a TV por assinatura fica te torrando a paciência pra você assinar aquele pacote HD. Então nossos japoneses, que já esperavam que isso acontecesse, lançam as novíssimas Telas de LCD Full HD.
Ferrou!!
Você tinha acabado de comprar uma LCD na Casas Bahia em 24 prestações e os ‘fidumaégua’ dos japa armam esta pra você. A sua LCD não é Full HD. Isso sem contar que aquele maldito lançamento, além de Full HD, vem com HDMI, CPI, FMI, INSS, PMDB, PSDB, PT, PC do B e PRONA. Pense numa TV avançada. E agora que você está invariavelmente fora do padrão mercadológico, vai ter que se virar com esta porcaria de 42 polegadas ultra slim finíssima que pesa 890 gramas, tem alta definição (mesmo sem ser Full HD), controle remoto universal e garantia de 5 anos. Como você comprou na Casas Bahia naquele pacotão do fim de semana, você levou de brinde um rádio AM e FM com toca-fitas e CD, com controle remoto.
Pelo menos agora você pode ouvir rádio…
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Neo
A Psicologia do Penalty Perfeito
Falamos recentemente sobre a ciência do penalty perfeito e hoje voltamos a tocar no assunto mudando o foco para o lado psicológico da coisa.
A pesquisa anterior concluía que a fórmula do penalty perfeito é mandar a bola sempre no meio do gol. Agora foram psicólogos da Noruega que resolveram analisar não o lugar, mas o momento ideal de chutar a bola. Observaram pênaltis batidos por 296 jogadores em 366 jogos da Copa do Mundo, dos campeonatos europeus e o da UEFA e cronometraram quanto tempo depois do apito do juíz os jogadores davam cada chute na bola.
Descobriram que os apressadinhos erram mais. Quando o jogador bate o pênalti instantaneamente, menos de 5 frações de segundo depois do apito do juiz, o índice de acertos é baixo: 57%. Mas os que levavam mais de 1 segundo depois do sinal para chutar a bola, acertaram a rede mais de 80% das vezes.
Os pesquisadores da Escola de Ciência Esportiva de Oslo explicam: a culpa é do transtorno de auto-regulação. Um distúrbio emocional causado pela pressão do momento. Ou seja: o cara fica nervoso para “acabar logo com isso” e, na pressa, acaba chutando a bola de qualquer jeito.
Pois é, além de comer cru, os apressadinhos também não fazem muitos gols.
Veja abaixo um modelo do penalty perfeito, segundo a psicologia.
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Fonte: Superblog
Leia a matéria completa e veja outros vídeos clicando aqui.
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Disseram...