Arquivo da categoria: Idéias

O S da Questão…

Solidão

Segurança

Sabedoria

Semelhança

Sarcasmo

Saúde

Simpatia

Sumiço

Sofrimento

Seleção

Sobriedade

Sexualidade

Serviço

Saudação

Sedentarismo

Sonegação

Sombra

Seca

Segredo

Surpresa

Sede

Sedução

Seguimento

Segregação

Sinônimo

Sensação

Sinfonia

Sofisticação

Solidariedade

Sotaque

Supérfluo

Status

Suavidade

Superfície

Sutileza

Superstição

Submissão

Sucessão

Sentimento

Sinceridade

Seriedade

Simplicidade

Serenidade

Saudade

Sorte

Sonho

Som

Silêncio…

___

Neo


Shift…

Só pra dizer o que já está dito, repetido, confirmado e reclamado.

É difícil mudar.

Seja qual for a mudança, nunca estamos preparados para ela. Acho até que mesmo com toda mobilidade que temos, não somos seres assim tão móveis. Acabamos nos acostumando ao lugar de conforto. Criamos raízes, referência e nos atrelamos a tudo que nos passa um mínimo de segurança. Aprendemos assim e acabamos acreditando que esta é a fórmula do sucesso. Isso talvez explique nossa resistência e dificuldade em aceitar e enfrentar mudanças.

Isso também explique, talvez, o fato de alguns de nós permanecerem no mesmo lugar a vida toda e jamais se atrever a arriscar algo. Pode doer, pode dar errado. As mudanças impostas são ainda piores, pois você tem que simplesmente executá-las e se virar.

O detalhe irônico de tudo é que hoje tudo muda numa velocidade tão impressionante que o que era pela manhã pode já não ser mais no meio da tarde. Os grandes sucessos são imediatos, os grandes fracassos também. Potencializados pela mídia e a tecnologia da informação.

Tudo é muito urgente e inadiável. Mas ainda somos gente. Com raízes e laços. E levamos tempo pra absorver novidades. Uns mais, outros menos, mas tem sempre um muro que se levanta lá dentro da gente quando o menor sinal de novidade surge no ar…

E é bem isso que nos torna tão espetaculares.

Abraço!

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Neo

Texto escrito na base do improviso num notebook com conexão via modem 3G (já que a internet ainda não foi ligada) e em meio a pilhas de caixas  e coisas espalhadas após um final de semana intenso  de mudança… literalmente falando…


Lettering #5

A inteligência é a ferramenta que o corpo usa para transformar sonhos em realidade…

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Neo


Flores…

Uma vizinha decretou a morte de um ipê que florescia à frente da sua casa, porque ele sujava o chão e dava muito trabalho para sua vassoura.

Seus olhos não viam a beleza. Só o lixo…
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Neo


Justo Onde Deve Estar…

Fecho as portas

Olhos e sentidos se perderam

Espelho que reflete pouco

Vem você e na boca o gosto do dizer

Da janela ficam espiando e é só sufocar um pouco

Dão valor pro ar

Eu disse, como vai você?

Eu disse, lembro de você…

Talvez seja o início de uma fase que ainda não aconteceu

Um sopro no vazio da vida, quem ainda não vive

Como queria?

Como teria?

O que dirá divagando devagar e sempre

Indo pra algum lugar…

Talvez seja o início de uma fila

Caso eu canse, guarde o meu lugar

A sonora presença debochada de seu jeito me move

Como sentia

Cometeria

O absurdo abstrato tá na sua mente

Justo onde deve estar…

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Neo

Da música Impressões, de Jay Vaquer 


Make the Diference…

Navegando nesta grande rede me deparei com uma história chocante de superação e garra. Mais uma dessas histórias que mostram que quando a gente se junta, tem uma força imensa. Mostra que quando nossa força vira ação, somos capazes de muita coisa, somos capazes até mesmo de chamar a atenção de quem pode mais. De quem pode ajudar. Talvez você até já tenha visto esta história, mas achei que deveria compartilhar aqui.

Panyee FC, um time de futebol criado em 1986 por crianças em uma vila flutuante na Tailândia, fez algo impensável. A história acabou dando origem a uma campanha publicitária do banco Thai Military Bank, chamada “Make the Diference”, em português “Faça a Diferença”.

Segue abaixo uma tradução livre do depoimento no vídeo:

….

Na ilha onde vivemos todos gostávamos de futebol, mas ninguém jamais havia jogado. Vivemos em uma pequena aldeia flutuante, onde é muito difícil encontrar espaço. Os únicos esportes praticados aqui são a corrida de barcos, ou então contar histórias sobre o tamanho dos peixes pescados. Um dia um dos meninos teve uma idéia: ele sugeriu que formássemos nosso próprio time. Quando as outras aldeias ouviram o plano, acharam ridículo. Percebemos que eles estavam certos. Não tínhamos lugar pra jogar e nem mesmo para treinar. Tínhamos a equipe, mas não o campo, e isso era um problema por causa do lugar onde vivemos. Teríamos que criar nosso próprio espaço.

Então, começamos recolhendo madeira velha em torno da aldeia. Amarramos algumas jangadas de pescadores em conjunto e trabalhamos muito depois das aulas para finalizar a construção do campo flutuante. Depois de muito trabalho, tínhamos o nosso próprio campo. Ele era instável e tinha muitas pontas de pregos em todos os lugares. A bola caiu na água muitas vezes, assim como nós. Então aprendemos a jogar em uma superfície molhada e escorregadia.

Numa certa manhã um garoto veio trazendo um panfleto do continente. Era sobre um torneio de um um dia. Não sabíamos se éramos bons o suficiente pra entrar, mas decidimos que participaríamos de qualquer jeito. Chegamos no torneio muito nervosos, mas conforme jogamos percebemos que íamos bem. Nossas habilidades tinham se desenvolvido no campo de madeira e as grandes traves eram um alvo muito mais fácil do que nossos pequenos gols. Então chegamos à semifinal. Neste jogo começamos mal. Chovia muito e nossas chuteiras se encheram de água e isso nos atrapalhava. Depois de um tempo ruim, precisávamos fazer algo, então tiramos nossas chuteiras e começamos a jogar melhor, marcando 2 gols e igualando o placar, mas um gol no último minuto deu a vitória ao outro time. Ficamos desapontados, mas felizes por termos ido tão longe. E o restante da vila estava orgulhosa de nós. Depois disso, o futebol virou o passatempo número um. Também foi construído um novo campo liso que não tem pontas.

O clube que eles começaram é agora considerado um dos melhores times de futebol do sul da Tailândia. Eles são Campeões da Juventude de 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010.

Qualquer que seja o desafio da vida, se você acha que pode fazer a diferença… dizemos que você pode!

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Abraços

Neo


450 Vezes TOS…

E aí grande galera!!

Todos os Sentidos – TOS chegou à marca de 450 publicações na semana passada. São 450 títulos que passaram por crônicas, ensaios, publicações de revistas, músicas, piadas, imagens e vídeos, entre outros. Na verdade, a grande mistura que o TOS sempre quis ser.

Vários autores amigos também deixaram sua marca por aqui, mas agora o TOS prossegue apenas com Neo.

Para mim, uma ótima notícia, já que nunca fiquei tanto tempo no ar como agora. Esta experiência, que começou em Julho de 2008, tem outros números, como as 32 categorias de publicações, 1626 comentários (a participação de vocês é importante e empolgante!!), 710 tags e 46.999 acessos até o momento que este post foi escrito.

Neste tempo, o TOS e eu fizemos muitos amigos por aqui, que sempre visitaram e até linkaram o TOS em seus blogs. Outros, pra chegar aqui, pesquisaram termos como “homem pensando na vida”, “os sentidos”, “reencontros”, “alcool x gasolina”, “frases de funkeira”.

Que? Frases de funkeira?

Bom… acho que chega de números e estatísticas. Vai que a coisa se complica e o Neo aqui não consegue explicar depois. Mas, falando em frase de funkeira, aproveito pra republicar aqui a frase que de repente motivou esta busca aí de cima:

“Qualquer coisa imbecil demais para ser dita é cantada.”

E isso foi escrito neste post aqui!

Então é isso. Por hoje é só. Espero vocês para os próximos 450 posts de Todos os Sentidos.

Abraços!!

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Neo


301

- Alô?

- É do 301?

- É sim.

- Paulo taí?

- Aqui não tem nenhum Paulo.

- Mas não é do 301?

- É.

- E como não tem Paulo?

- Moço, você deve estar no prédio errado.

- Mas é 301, não é?

- É, mas não tem Paulo aqui.

- Mas ele disse que era 301 o apartamento.

- Eu também disse.

- Mas como ele não tá?

- Ele não tá porque aqui não tem nenhum Paulo. Qual a parte que o senhor não entendeu?

- Ele marcou comigo e disse que era só tocar o interfone no 301.

- Olha aqui, não te conheço e aqui não tem nenhum Paulo. Passar bem.

- Peraí moço. Pode me dizer onde encontro o Paulo?

- …

- Alô?!!

- Como eu vou saber como tu vai encontrar este infeliz?

- Ô não precisa de grosseria, seu mal educado.

- E você um folgado!

- Eu?

- É! Uma pessoa que fica perturbando a outra em plena tarde de domingo pelo interfone é no mínimo um folgado.

- Só to procurando o Paulo e ele me falou ontem que mora aí no 301.

- Prédio errado, lembra?

- O prédio é esse aqui. Escuta, você não tá na casa errada não?

- É  já que desço aí e você vai ver quem tá na casa errada. Além de folgado é engraçadinho. Ah, vá procurar sua turma!!

Desliga o interfone soltando fumaça de raiva e sai resmungando pela casa:

- É cada uma que me aparece…

- Quê que cê ta resmungando aí pai?

- Marcos Paulo, tu acredita que tinha um maluco no interfone a essa hora passando trote?

- Que ele queria?

- Falar com um tal de Paulo.

- Pai!!!

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Neo


Reticência…

Audiência

Abrangência

Coerência

Eficiência

Paciência

Permanência

Adjacência

Efervescência

Preferência

Penitência

Reincidência

Turbulência

Obediência

Interferência

Independência

Incidência

Indecência

Consciência

Reticência…

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Neo

Ainda na falta do que dizer…


Ar…

Nesta falta de saber o que dizer, vou fazer minhas as palavras do amigo Emerson.

Amor…
É pra ser sentido, vivido, mistério.
Me perdi na tua essência e não quero mais me achar fora do teu mundo.

___

Da série: Mensagens para um grande amor…

Adaptado do texto do Emerson, no Mastonde blog.


Sobre o Tempo e Pensamento…

Lugar preferido pra pensar?
Ultimamente não ando pensando tanto assim. Aliás, tenho pensado até demais. Mas falando em criação, minhas maiores viagens metafóricas eram quando eu viajava fisicamente nos ônibus e metrôs da vida.
Era onde eu escrevia, criava, compunha, sonhava, inventava. Escrevia tudo torto pra passar a limpo depois, mas era onde surgiam o melhor do pior de mim.
Que horror…
Olhava para os rostos sonolentos pela manhã e cansados à tarde, e tentava imaginar o que cada um estava pensando. Acho que não funciona, mas me fazia refletir naquele ditado “cada cabeça um mundo”.
Hoje, faço parte da massa presa no trânsito caótico das grandes cidades grandes ouvindo CBN enquanto aguardo o carro da frente se mover alguns centímetros… metros… quilômetros.
E não é que perdemos a dimensão do tempo?
Deixamos de ser criativos para sermos pontuais.
Uma pontualidade notada apenas quando nos atrasamos…
Engraçado, não? Pois é. Também acontece…

___

Neo

 


Epitáfio, Substantivo Masculino

O que te motiva a sonhar?

Tem algo que nos impulsiona a querer ir além, a buscar realização na vida, certo? Mas por incrível que pareça fico me perguntando as vezes até onde isso tudo vale mesmo a pena. Nesta rotina de competição acabamos consumindo a vida numa inacabável procura. Inabalável procura até. Porque não há nada capaz de parar algumas pessoas.

Condicionados, ensinados ou motivados por sei lá o quê, nós corremos, estudamos, perseguimos, agradamos, ouvimos, perdemos, cedemos, erramos e até vencemos. E recomeçamos tudo novamente.

Por outro lado, o que nos motiva a fazer o contrário? Tem momentos em que precisamos parar tudo onde está e reavaliar aquilo que parecia muito certo pra nós. Parece familiar? Parar também faz parte.

Pensando nisso, me veio uma música muito famosa, chamada “Epitáfio”, onde o poeta fala do que deveria ter feito mais ou menos na sua vida em um tom de melancolia e reflexão até perturbador. Então fui procurar o significado de epitáfio. Segundo Aurélio, ‘epitáfio’, substantivo masculino, significa:

1 – Inscrição tumular

2 – Lápide ou tabuleta com epitáfio

3 – Elogio fúnebre

4 – Arte poética. Espécie de poesia satírica (em geral uma quadra) feita sobre um vivo como se tratasse de um morto.

Que? Me dei conta desta espécie de poesia satírica e notei também que tem muita gente morta por aí pensando que está viva. Estranho, não? Mas está cheio. Basta você olhar em volta. Junto disso me lembrei também de uma frase curiosa que me chamou a atenção em meio a uma conversa sobre riquezas e amenidades da vida moderna. Um amigo disse: “tem gente que é tão pobre que só tem dinheiro…”.

Achei espetacular, cheio de sabedoria e de uma sonoridade sem precedentes. Daí então tenho me lançado o desafio: Cuidado pra que a vida não seja uma “espécie de poesia satírica feita sobre um vivo… como se tratasse de um morto”…

Algumas frases e conceitos acabam tomando outro tom.

Ame mais

Complique menos

Chore mais, trabalhe menos, veja o sol nascer…

Se importe menos

Arrisque e erre mais

Aceite as pessoas como elas são

Morra de amor!!

Aliás…

Amor, substantivo masculino…

É infinitamente melhor que epitáfio

___

By Neo

Citação: Epitáfio, by Titãs


O Que eu Também Não Entendo…

Não entendo por que as pessoas estão usando o verbo no infinitivo quando se referem a algo na primeira ou segunda pessoa do singular.

Ah tá! Infinitivo. Lembra?

Uma das três formas nominais do verbo. Ou ainda, a forma como o verbo se apresenta. Sem qualquer conjugação.

Então… chega dá arrepios quando vejo coisa do tipo:

“Eu vir sua foto..”

“Você estar tão bonita hoje…”

Acho que se continuarmos neste esforço, um dia conseguiremos matar o que ainda sobrevive do nosso idioma…

___

Prontofalei!!

Momento chatice do Neo


Futebol x Educação

“No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama…”

Cristovam Buarque – Senador, Distrito Federal (PDT)

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E não é que ele tem razão?


Top Gambiarras…

Diretamente do meu email, apresento pra vocês uma seleção de gambiarras, esquemas, armações, jeitinhos… como queira chamar.

Talvez você até já viu, mas que é engraçado é… vale a pena.

01 – Controle de peso…

02 – Controle de peso II

03 – Corte de energia…

04 – Ítem de série

05 – Limpadores são para os fracos…

06 – Hortifruti…

07 – Do not disturb…

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Neo


A TV e a Volatilidade da Globalização

Começou mais ou menos assim:

O Brasil era um pais “rural”. Rural? É, isso aí mesmo. Rural.

Então todo mundo tinha um radinho de pilha em casa. A família toda se reunia em volta daquela caixa, mais ou menos do tamanho de uma bateria de caminhão e aquilo era um espetáculo. Nas Copas do Mundo do início do século o rádio era o único meio de saber o que a Seleção Canarinho andava aprontando pelas paragens européias e etc. De repente inventaram um tal de televisor. Aquilo era mágico. Era incrível como as pessoas podiam ver as coisas dentro daquela “caixa”. As pessoas viam somente umas manchas brancas com uns vultos em movimento. Mas era uma revolução.

Alguns anos se passsaram e o televisor virou televisão, que mais tarde (no futuro) se tornaria apenas TV. Até porque, no futuro o pessoal vai gostar muito de sigla, pra economizar palavra e falar mais rápido. O melhor de tudo é que agora a televisão já era colorida e você não precisava mais ficar imaginando qual seria a cor do paletó do apresentador do Jornal Nacional (é, nesta época já existia o JN). Afinal, isso já era início da década de 70 do super-ultra-mega tecnológico século 20.

O controle de mudança de canal da TV parecia mais um acendedor de fogão, os controles de volume eram deslizantes. Depois os controles de canal eram uns botões e o volume é que parecia um acendedor de fogão. Como era muito incômodo ficar levantando do sofá pra trocar canal e aumentar ou diminuir o volume  foi criado o controle remoto. Agora sim, a revolução chegou. Podíamos assistir televisão a cores e podíamos controlar tudo do sofá mesmo. Ainda perguntam porque estamos nos tornando um país obeso. Ops, voltando ao assunto.

Precisávamos melhorar as condições, criar possibilidades maiores, setorizar o consumo, e obviamente, vender mais televisores, certo? Então nossos japoneses de plantão resolveram criar televisões cada vez melhores, que eram injetadas no mercado com slogans do tipo: “Tem coisas que só a Philco faz pra você!” ou então “Nossos japoneses são melhores que os japoneses dos outros”. Até formiguinhas eram usadas como ‘garotas propaganda’. Junto com a novidade, a televisão passou a ser chamadas de TV. Já estamos no futuro.

Então nossos japoneses criaram TVs de vários tamanhos. A menor tinha 5 polegadas e vinha acoplada a um rádio – veja a ironia. Os tamanhos variavam de acordo com o gosto e o bolso do cliente, claro. Afinal, com tantas novelas para assistir, precisávamos de televisores maiores. Mas, falando em rádio, ele também se modernizou e começou a trazer consigo o toca-fitas e, posteriormente, o CD e agora também podia ser conectato à tomada para economizar pilhas, claro. Afinal, a principal concorrente, dona TV, já tinha controle remoto. Então o rádio precisava de uma tomada, oras. Logo logo o rádio também consegue para si o controle remoto.

Voltando à TV, nossos japoneses viram que podiam melhorar ainda mais a coisa, então apresentaram a TV de tela plana. Que maravilha! Agora sim, somos globalizados e a TV de tela plana é a última sensação do mercado. A menor é a de 21 polegadas… e vai até onde a imaginação alcançar. Opa, calma. Nem tanto. Uma nova revolução está no ar. TV Tela plana.

Mas…

Nossos japoneses não são bobos. Viram que a TV Tela Plana ocupava espaço demais, já que eles tiveram que arrumar um lugar pra colocar o tubo de imagem gigantesco dentro daquela caixa que ficava cada vez maior (e mais pesado). Adeus coluna. Então inventaram a TV de Plasma e no mesmo pacote a tela LCD, ou cristal líquido, como queiram.

Mas nova tecnologia era caríssima, além de não se adequar muito bem ao sinal analógico das redes de TV brasileiras. Mas, agora já estamos no futuro, totalmente globalizados e as tendências mudam do dia para a noite. Estamos conectados com fios ou sem fios, no escritório ou na rua. Tudo gira muito rápido e precisamos de tecnologias melhores a cada dia. A LCD acabou ganhando o lugar da Plasma, já que também se adaptava aos displays de celulares, máquinas fotográficas digitais, MP4, 5, 6, 500, etc. Imagens digitais com definição maravilhosa ficaram apenas na promessa, pois por muitas vezes nossa LCD mostrava apenas borrões na tela. Tudo que a gente queria. Então estava definida nossa grande evolução?

Não. Não estava.

Nossos japoneses não cansam de trabalhar e logo deram jeito de aplicar umas inovações ao LCD. Descobriram que os primeiros LCDs eram grandes, espaçosos, largos demais, daí resolveram que era hora de criar umas telas mais finas, slim, ultra slim, e daí por diante. Definiram também que era hora de gente interagir com a tela apenas tocando nela, daí veio o touch-screen ultra slim. Não encosta muito forte que o negócio pode quebrar, de tão fino.

Nova revolução. Nossa TV, que tinha transmissão analógica, torna-se agora digital. Agora são inúmeras possibilidades, imagem High Definition que exige que os nossos LCDs estejam à altura da novidade. Até a TV por assinatura fica te torrando a paciência pra você assinar aquele pacote HD. Então nossos japoneses, que já esperavam que isso acontecesse, lançam as novíssimas Telas de LCD Full HD.

Ferrou!!

Você tinha acabado de comprar uma LCD na Casas Bahia em 24 prestações e os ‘fidumaégua’ dos japa armam esta pra você.  A sua LCD não é Full HD. Isso sem contar que aquele maldito lançamento, além de Full HD, vem com HDMI, CPI, FMI, INSS, PMDB, PSDB, PT, PC do B e PRONA. Pense numa TV avançada. E agora que você está invariavelmente fora do padrão mercadológico, vai ter que se virar com esta porcaria de 42 polegadas ultra slim finíssima que pesa 890 gramas, tem alta definição (mesmo sem ser Full HD), controle remoto universal e garantia de 5 anos. Como você comprou na Casas Bahia naquele pacotão do fim de semana, você levou de brinde um rádio AM e FM com toca-fitas e CD, com controle remoto.

Pelo menos agora você pode ouvir rádio…

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Neo


Falando Sobre…

… a vida.

Pois é amigos e leitores de Todos os Sentidos. O Neo aqui continua na mesma briga de sempre. Fazendo considerações sobre o tempo. Por outras vezes brigando com o tempo e consigo mesmo. A atualização do TOS tem exigido um grande esforço, mas permanece sendo um grande prazer. Sinto falta apenas de poder visitar os amigos, como antes, pois já não consigo fazer isso como eu gostaria.

Percebi nestes dias que tenho me mantido impessoal por este ano e pouco de existência do TOS. Foi uma escolha inicial, em busca de ‘não misturar as coisas’ e de liberdade pra expressar as coisas sem medo dos fantasmas. Algumas coisas muito legais têm acontecido e pretendo compartilhar aqui com todos que me lêem, para que possam me acompanhar também nestes novos acontecimentos, torcer por mim e vibrar comigo. De repente, eu consigo nestes tempos, falar mais de quem é o Neo e talvez ficar ainda mais próximo de quem lê o TOS.

O Neo é brasiliense de nascença e de coração, tem 32 anos, bancário, casado e tem uma filha linda que hoje é a estrela que faltava no seu céu. O Neo gosta de coisas simples, como milho cozido, água geladinha, café com pão de queijo, bate papo e amizades. Sempre. Muitas. Também é apaixonado por música, por isso toca violão e se atreve a ser produtor musical nas horas vagas. Aprecia filmes, seriados inteligentes, Fórmula 1, Futebol e tantas outras coisas que não daria pra escrever aqui. Além do quê, seria chover no molhado.

A paixão por escrever gerou o blog Todos os Sentidos, que hoje tem 1 ano e quase 3 meses e que já mudou de cara tantas vezes. Mas esta é a intenção de viver todos os sentidos. Podemos nos virar em todas as direções e falar de tudo que vier à idéia e torcer para que isso dê muito certo.

Esta paixão pela escrita tem crescido e gerado novas perspectivas muito interessantes e acontecimentos muito bacanas. O maior destes acontecimentos aconteceu recentemente.

Mas isso eu vou compartilhar com vocês num próximo post. Aguardem…

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Neo


Com Gelo e Sem Limão…

coca-gelo-limao

Interessante que esta coisa de Coca-Cola com gelo e limão virou febre. Basta você pedir uma “coca” que o garçom já manda a pergunta: “gelo e limão?”

Daí eu comecei a observar as mesas dos restaurantes por onde passo. Segundo minhas próprias estatísticas (hehe..), pelo menos 80% das mesas são ocupadas com as famigeradas latinhas vermelhas acompanhadas de longos copos suados onde se vê naquele embaçado todo um vulto verde inconfundível do limão taiti. É este que os restaurantes usam…

Daí também que fiquei tricotando com meus botões e pensando naquela música do Zé Ramalho: “… povo marcado ê.. povo feliz…”. Peguei pesado? Nem tanto, acho. Fico pensando nesta mesma musiquinhas quando vejo coisas estapafúrdias em várias vertentes da moda e dos modismos. São loopings do tempo, eu acho. Tudo se renova ou se copia de tempos atrás, ou simplesmente, segue-se a tendência geral. Povo marcado ê…

Falando nisso, uma entrevista com o Roupa Nova (“…eu perguntava do you wanna dance…”), me chamou a atenção quando em um momento brilhante eles falaram sobre modismos. Passam todos os estilos, várias ondas de sucesso e os caras ficam lá quietinhos fazendo a excelente música deles e estourando com as trilhas sonoras das novelas das 6, 7, 8 e qualquer hora (uma outra faceta do modismo nacional… mas é assunto pra outro post…).

Por isso mesmo admiro muito gente com estilo. Mas, estilo de verdade sabe? Nada copiado de revistas e programas da alta sociedade nas madrugadas vazias das TVs abertas (e fechadas), onde a chatice é algo pontual. Admiro gente que sabe o que quer e faz tudo pra chegar lá. Gente que apenas observa os modismos e que não se repete. Gente que não se contradiz nas suas opções. Até porque o que a gente faz fala muito mais do que só falar.

Espero que depois de falar tudo isso, eu tenha algum estilo. Agora, me dá licença que vou ali tomar uma Coca-Cola com gelo… e sem limão…

Abraços

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Neo


E Quem Vai Meter a Colher?

E então pessoas…

Quero apresentar a vocês o blog E quem Vai Meter a Colher?, um projeto do meu amigo e parceiro Johnny Blaze para o qual fui convidado e orgulhosamente aceitei.

É o seguinte: é um blog escrito a várias mãos e a galera escreve sobre relacionamentos, guerra dos sexos, piadas de casais, pontos de vista machista, feminista, filosofia de mesa de bar, frases de parachoque de caminhão e afins… hahaha. Isso dá um caldo.

Você que é visitante e amigo do TOS, está convocado convidado a dar uma clicada lá, deixar seu comentário e voltar sempre. Aí do lado direito, bem em cima, tem o link pra lá. Será um grande prazer receber você. Taca esse trem no favoritos logo…  hahaha.

Grande abraço!

Neo


Tentativas…

Já faz muito tempo que o visual de “Todos os Sentidos” não me agrada. O problema todo e uma grande pena é que o WPress, nosso parceiro-mor de publicações e viagens bloguísticas também não coopera muito para grandes modificações… daí que passei a segunda feira pensando em torná-lo preto, testei uma configuração com 3 colunas, e por fim parei aqui… neste  ainda sem graça… mas para o momento, será este aqui mesmo…

Também andei pensando em voltar para o Blogspot e tentar me aventurar nas mais diversas possibilidades que existem por lá… mas ainda não sei. Apenas especulações do Neo indeciso aqui.

Peço desculpas aos meus amigos e leitores pela inconstância visual de TOS… o que provavelmente me levará ainda a algumas tentativas…

Tô aceitando sugestões…

Abraços!!


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