Esta letra já andou pairando por aqui há algum tempo. E é uma canção que verdadeiramente gosto demais. Desta vez ela veio parar aqui porque nunca imaginei que fosse ouvir novamente esta música, e no final de semana ouvi…
Navegando nesta grande rede me deparei com uma história chocante de superação e garra. Mais uma dessas histórias que mostram que quando a gente se junta, tem uma força imensa. Mostra que quando nossa força vira ação, somos capazes de muita coisa, somos capazes até mesmo de chamar a atenção de quem pode mais. De quem pode ajudar. Talvez você até já tenha visto esta história, mas achei que deveria compartilhar aqui.
Panyee FC, um time de futebol criado em 1986 por crianças em uma vila flutuante na Tailândia, fez algo impensável. A história acabou dando origem a uma campanha publicitária do banco Thai Military Bank, chamada “Make the Diference”, em português “Faça a Diferença”.
Segue abaixo uma tradução livre do depoimento no vídeo:
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Na ilha onde vivemos todos gostávamos de futebol, mas ninguém jamais havia jogado. Vivemos em uma pequena aldeia flutuante, onde é muito difícil encontrar espaço. Os únicos esportes praticados aqui são a corrida de barcos, ou então contar histórias sobre o tamanho dos peixes pescados. Um dia um dos meninos teve uma idéia: ele sugeriu que formássemos nosso próprio time. Quando as outras aldeias ouviram o plano, acharam ridículo. Percebemos que eles estavam certos. Não tínhamos lugar pra jogar e nem mesmo para treinar. Tínhamos a equipe, mas não o campo, e isso era um problema por causa do lugar onde vivemos. Teríamos que criar nosso próprio espaço.
Então, começamos recolhendo madeira velha em torno da aldeia. Amarramos algumas jangadas de pescadores em conjunto e trabalhamos muito depois das aulas para finalizar a construção do campo flutuante. Depois de muito trabalho, tínhamos o nosso próprio campo. Ele era instável e tinha muitas pontas de pregos em todos os lugares. A bola caiu na água muitas vezes, assim como nós. Então aprendemos a jogar em uma superfície molhada e escorregadia.
Numa certa manhã um garoto veio trazendo um panfleto do continente. Era sobre um torneio de um um dia. Não sabíamos se éramos bons o suficiente pra entrar, mas decidimos que participaríamos de qualquer jeito. Chegamos no torneio muito nervosos, mas conforme jogamos percebemos que íamos bem. Nossas habilidades tinham se desenvolvido no campo de madeira e as grandes traves eram um alvo muito mais fácil do que nossos pequenos gols. Então chegamos à semifinal. Neste jogo começamos mal. Chovia muito e nossas chuteiras se encheram de água e isso nos atrapalhava. Depois de um tempo ruim, precisávamos fazer algo, então tiramos nossas chuteiras e começamos a jogar melhor, marcando 2 gols e igualando o placar, mas um gol no último minuto deu a vitória ao outro time. Ficamos desapontados, mas felizes por termos ido tão longe. E o restante da vila estava orgulhosa de nós. Depois disso, o futebol virou o passatempo número um. Também foi construído um novo campo liso que não tem pontas.
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O clube que eles começaram é agora considerado um dos melhores times de futebol do sul da Tailândia. Eles são Campeões da Juventude de 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010.
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Qualquer que seja o desafio da vida, se você acha que pode fazer a diferença… dizemos que você pode!
Porque pinheirinhos de natal sempre serão mágicos, assim como a saga Harry Potter.
Porque chuva nunca deixará de lavar a alma, assim como cobertas e filmes sempre combinarão com frio.
Porque preto sempre parecerá emagrecer quem o usa uns cinco quilos, assim como chocolate nunca deixará de consertar corações por alguns minutos.
Porque nunca existirá uma cena tão genial para ilustrar a passagem do tempo quanto aquela de Notting Hill, onde toca “Ain’t No Sunshine”, assim como eu nunca deixarei de fazer tudo errado (e de rir disso no final).
C’est La Vie.
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Republicado com autorização.
Texto de Jéssica Carvalho, do blog Tudo Alheio, que é uma delícia.
Pra ouvir enquanto lê e vê, “Linha do Equador”, por Djavan. Aperte o play…
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Este céu de Brasília num cair de tarde nublado nesta semana, foi a coisa mais linda de ver.
Entre prédios, fios e postes da selva de pedra, o céu que nos cobre é o mesmo que surpreende com seu show diário de tonalidades e de perfeição… que eu não poderia deixar de compartilhar aqui.
Perfeitos contrastes…
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Como a pressa do carro passando entre árvores enquanto os últimos raios de sol lutam pra iluminar entre as nuvens carregadas…
A pressa da cidade sob o céu colorido de azul e e cinza…
Da sutileza de nuvens brincando de formas sob o céu carregado…
Ou ainda do sol espalhando seus últimos raios do dia buscando vencer as nuvens carregadas de chuva e de uma beleza rara.
E por fim o contraste da luz artificial na beleza da noite quase completamente instalada e completa sobre nós…
Igualmente maravilhoso, foi escrever este texto ao som de “Linha do Equador”, e poder compartilhar aqui com você que me visita e sonha aqui comigo.
Grande abraço!
Agradecimento especial a alguém que me ensinou a enxergar o céu com outro olhar. Obrigado!
Neo
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Imagens: Fotos não profissionais, tiradas por Neo, num smartphone LG Smart GW550 – 3.2 MegaPixels.
Recentemente um amigo me apresentou um cantor brasileiro com uma musicalidade incrível e umas letras bem diferentes.
Já que novidades musicais são minha praia (embora esta nem seja tão novidade…rs), fui conferir e não é que o cara arrebenta mesmo?
A primeira música que ouvi foi Cotidiano de um Casal Feliz. É realmente impressionante. A letra é de uma veracidade que chega a impressionar. Bom… veja você mesmo.
Estou publicando a letra e o vídeo pra quem quiser conhecer o cantor e compositor Jay Vaquer.
Aperte o play pra ler ouvindo… ou ouvir lendo, tanto faz!!
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Alguém sabe dizer o que é normal?
Pode parecer tão natural…
Ele manda em tudo, em todos curte seu poder
E deixa a esposa em casa pra brincar no treco de qualquer traveco
Em troca de prazer
Vai saber porque…ieiê
E a esposa anda malhada fez lipoescultura
E a falta de cultura nunca foi problema
Ela tem dinheiro pra dar e vender
Lê Paulo Coelho e seicho-no-ie
Vai saber porque…iê
E eles têm escravos disfarçados de assalariados
Diariamente humilhados
Se levantam cedo, se arrumam apressados
Têm hora marcada pra falar com Deus
Ele guarda no HD fotos de crianças nuas, pra tirar um lazer
Curte ver aquilo quando fica só
Ela conta os passos que dá no trajeto entre a terapia e a boca do pó
E até pensa em adotar alguma criatura, pode ser uma criança ou um labrador
Só depende da raça, depende é da cor que pintar primeiro..
Ele faz como ninguém a cara de quem não sabe mentir
Pode admitir, pra ocupar o vazio da relação, mas com uma condição:
Não quer dar banho, nem limpar merda o dia inteiro
Eles foram ver o show da Diana Krall que alguém falou que era genial
gritaram “uhuu” do camarote enchendo a cara de Scotch…
E eles têm escravos disfarçados de assalariados
Diariamente humilhados
Se levantam cedo, se arrumam apressados
Têm hora marcada pra falar com Deus
Alguém sabe dizer o que é normal?
Pode parecer tão natural…
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Da música Cotidiano de Um Casal Feliz, por Jay Vaquer
Esperando ser atendido numa pizzaria observei um homem pedindo uma pizza para viagem. Ele estava sozinho e o pizzaiolo perguntou se ele preferia que a pizza fosse cortada em 6 pedaços ou em 8. Ele pensou algum tempo, antes de responder: ‘Corte em 6 pedaços; acho que não estou com fome suficiente para comer 8 pedaços.’
Isso mesmo, ele também vota!
A vida agradece!
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Brincadeira ou não, as histórias citadas durante a série foram recebidas por mim via email há bastante tempo e eu creio podem refletir sim a realidade de uma boa parcela da população votante do nosso país.
Por ignorância ou desatenção muitos não tem condição de assumir esta responsabilidade obrigatória do voto. Muitos, por ignorância ou mesmo necessidade alimentam e elegem candidatos em troca de favores ou até mesmo uma cesta básica, um sapato ou qualquer outra coisa que venha suprir a necessidade do momento.
Oportunistas não faltam!
Vale lembrar mais uma vez que os depoimentos publicados no decorrer desta série são obras de ficção e qualquer semelhança com a realidade terá sido por coincidência.
Eu não conseguia achar minhas malas na área de bagagens do aeroporto. Fui, então, até o setor de bagagem extraviada e disse à mulher que minhas malas não tinham aparecido. Ela sorriu e me disse para não me preocupar, porque ela era uma profissional treinada e eu estava em boas mãos. ‘Apenas me informe… o seu avião já chegou?’
Meus amigos e eu fomos comprar cerveja para uma festa e notamos que os engradados tinham desconto de 10%. Como era uma festa grande, compramos dois engradados.
O caixa multiplicou 10% por 2 e nos deu um desconto de 20%.
Sempre busquei fugir
Eu sempre quis me enganar
Achei que tinha em mãos respostas pra me consolar
Me escondi assim num relicário sem chave
Que se perdeu de mim na chuva ao fim da tarde
A dor é maior quando se olha e não se enxerga…
Não tenho tempo pra fingir
Não tenho tempo pra ficar aqui
Pois sei que nessa noite vai me iluminar
Você passou por mim
E eu tentei me agarrar no que podia ver
Mas eu não via nada
E triste sem saber eu tinha tudo e nada
Pois eu não vi você comigo nessa estrada…
Da música Na chuva ao fim da tarde, by Rosa de Saron.
Meu colega e eu estávamos almoçando no restaurante self-service da empresa, quando ouvimos uma das assistentes administrativas falando a respeito das queimaduras de sol que ela havia tido, ao ir de carro ao litoral.
Estava num conversível, por isso, “não pensou que ficaria queimada, pois o carro estava em movimento.”
O TOS continua sua saga em busca do eleitor perfeito. Ainda tá longe de encontrar. Siga mais um depoimento emocionado…. rs
EPISÓDIO 3
Antigamente, eu trabalhava em suporte técnico num centro de atendimento a clientes em Manaus. Um dia, recebi um telefonema de um sujeito que perguntou em que horário o centro de atendimento estava aberto.
Eu disse a ele: ‘O número que o senhor discou está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Ele perguntou: ‘Pelo horário de Brasília ou pelo horário de Manaus?’
Pra acabar logo com o assunto, respondi: ‘Horário de Manaus.’
Olhando uma casa para alugar, meu irmão perguntou à corretora de imóveis de que lado era o Norte, porque não queria que o sol o acordasse todas as manhãs.
A corretora perguntou: ‘O sol nasce no norte?’
Quando meu irmão explicou que o sol nasce no Leste (aliás, há um bom tempo isso acontece) ela disse: ‘Eu não me mantenho atualizada a respeito disse tipo de coisa ‘.
Aproveitando que estamos em ano de eleição e em breve começará todo aquele blá blá blá dos candidatos disputando seu voto, vamos entrar na polêmica e distribuir nosso pitaco também.
Talvez polemize um pouco. Ou talvez nem tanto também. Mas o importante é participar, não é?
Pois bem!! Pra mudar um pouquinho o rumo da conversa, resolvi falar um pouquinho do perfil dos eleitores do nosso Brasil-sil-sil.
Vale lembrar que os fatos e personagens aqui citados são obras da ficção e qualquer semelhança com a realidade terá sido mera coincidência.
EPISÓDIO 1
Um sujeito comprou uma geladeira nova e para se livrar da velha, colocou-a em frente à casa com o aviso: De graça. Se quiser, pode levar.
A geladeira ficou três dias, sem receber um olhar dos passantes. Ele chegou à conclusão que as pessoas não acreditavam na oferta. Parecia bom demais pra ser verdade, e ele mudou o aviso: Geladeira à venda por R$ 50,00.
Hoje quando abri o painel do TOS uma informação me chamou a atenção: o WordPress.com atingiu 200 milhões de posts em uma base de mais de 11,4 milhões de blogs instalados. Por enquanto… como o próprio post de divulgação sugeriu.
Olhando o blog de estatísticas do WordPress, descobri que posts em língua portuguesa representam 6,5% do total, figurando em terceiro lugar, atrás de publicações em inglês (66%) e espanhol (8,7%).
Tudo bem que talvez esta não seja uma informação tão relevante para muitos, mas achei interessante publicar aqui para os blogueiros que frequentam o TOS e gostam de números e estatísticas.
Nesta conta toda aí a contribuição do TOS é de 388 posts… por enquanto…